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O Ensino da Cruz Fevereiro 23, 2011

Posted by David Costa in Estudos.
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No artigo do boletim anterior (”Cristo e Este Crucificado”) iniciámos uma viagem tendo como primeira paragem a predição da Cruz. O rei David proporcionou-nos uma descrição clara acerca da crucificação de Cristo mil anos antes da sua ocorrência. O livro Salmo 22 é um testemunho notável da presciência de Deus.

Retomando esta nossa viagem, vamos passar agora a considerar o ensino da Cruz. À medida que a nossa viagem prossegue, e esta nos leva a ter uma visão da crucificação, queremos agora estudar os eventos que precederam e se seguiram a este grandioso acontecimento histórico. Agora o apóstolo Pedro é o nosso guia, enquanto o drama da redenção se desenrola. À medida que o nosso conhecimento da Palavra de Deus aumenta, podemos colocar a seguinte questão: Exactamente o quê Pedro e os outros apóstolos do reino compreendiam e ensinavam acerca Cruz?

Palavras mal acolhidas

“Desde então, começou Jesus a mostrar aos Seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mateus 16:21).

Aproximadamente um ano antes do ministério do nosso Senhor ter terminado, Ele começou a ensinar aos seus discípulos acerca da Sua morte iminente. Esta é mais uma notável referência sobre a divindade de Cristo. Nenhum de nós pode prever o lugar, tempo ou forma de como irá morrer, mas Cristo fê-lo! Mais uma vez, o Espírito de Deus demonstra-nos que tanto a soberania de Deus como a responsabilidade de homem são os principais elementos da crucificação. O termo “convinha” indica claramente que a morte de Cristo em Jerusalém estava de acordo com os planos e propósitos de Deus, os quais não podiam de forma alguma ser alterados. Isto está de acordo com a presciência de Deus, a qual permitiu que os líderes de Israel levassem a cabo o seu plano diabólico para executar o nosso Senhor.

Após o Senhor prever a Sua morte, as Suas palavras desagradaram profundamente a Pedro, o qual chamou o nosso Senhor à parte e começou a repreendê-lO: “Senhor, tem compaixão de Ti; de modo nenhum Te acontecerá isso” (Mateus 16:22). Se Pedro estivesse ainda entre nós, de certeza iria ser o último a ser escolhido para dirigir um elevado ministério a nível nacional. Aos olhos de muitos, ele era impetuoso, ignorante e inculto: um simples e pobre pescador. Mas o Senhor viu algo em Pedro e continua a agir da mesma forma para com todos os crêem. No caso do apóstolo Pedro, a sua maior qualidade era um coração disposto. O “barro” era bastante maleável! Assim o Oleiro pôde moldá-lo até se tornar um vaso de honra, apto para ser usado pelo Mestre. À medida que Pedro amadureceu na fé, em mais do que em uma ocasião deitou por terra os seus críticos deixando-os sem palavras (Actos 4:13).

À medida que voltamos aos anos iniciais da sua “formação”, Pedro não podia acreditar no que estava ouvindo a respeito do que iria em breve suceder em Jerusalém, o que originou esta resposta: “Senhor, tem compaixão de Ti; de modo nenhum Te acontecerá isso”.  No fundo, ele queria dizer: “Senhor, Tu és o Filho de Deus, o Messias de Israel. Nós iremos defender-Te até ao nosso último fôlego, se isso for necessário.” As acções de Pedro provaram a sinceridade do seu amor quando ele tirou a sua espada, na noite em que o Senhor foi traído, e tentou separar a cabeça do servo do Sumo Sacerdote dos seus ombros. Aparentemente, Malco utilizou aqui uma acção evasiva, ou então uma mão invisível o protegeu, pois apenas resultou numa orelha cortada. Não há registo de alguém morrer na presença do nosso Senhor (João 18:10-11).

Por alguma razão Pedro não compreendeu na totalidade que, de acordo com a profecia, os sofrimentos de Cristo deviam anteceder a glória do reino. Esta primeira parte foi parcialmente oculta, portanto ele apenas podia ver por enquanto o brilho da coroa à sua frente. De alguma forma podemos afirmar que o apóstolo Pedro possuía ainda uma visão em túnel! Ele estava ansioso pela vinda dos tempos dourados, de paz e justiça, quando os inimigos de Israel serão derrubados, e os fiéis reinarão com o Messias na terra.

“Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de Mim, Satanás, que Me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens” (Mateus 16:23).

Momentos antes, Pedro tinha sido o porta-voz do Pai, quando anunciou que o Mestre era o Messias, o Filho de Deus. Mas rapidamente as coisas se alteraram, porque agora ele tornou-se o porta-voz de Satanás ao declarar: “De modo nenhum Te acontecerá isso” o que demonstra o seu desconhecimento da vontade de Deus. Pelo simples facto de sermos crentes, não estamos livres de podermos ser instrumentos nas mãos de Satanás. Não existe coisa mais triste do que um filho de Deus preso nos laços do diabo. Infelizmente, aqueles que se deixam enredar na sua teia de mentiras são geralmente os últimos a ter consciência disso.

Pedro caiu na armadilha de Satanás tendo sido impedido de desfrutar das coisas de Deus. Neste contexto, as “coisas de Deus” falam da rejeição e dos sofrimentos do Seu amado Filho para efectuar o plano da redenção, apesar de nesta altura ainda não ser compreendido na sua totalidade. Em vez de aceitar a palavra de Deus pela fé, Pedro preferiu seguir os passos de Satanás, sentindo prazer nas “coisas do homem”, isto é, glória, honra e reconhecimento. O reino estava agora tão perto que não havia tempo para ter em mente o pensamento de que alguma coisa acontecesse ao Mestre. Seguindo esta linha de pensamento, podemos compreender melhor a próxima frase proferida pelo Senhor Jesus.

“Então, disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me” (Mateus 16:24).

Esta passagem bíblica tem sofrido bastante nas mãos daqueles que tentam aplicar a sua mensagem aos crentes dos nossos dias. Por exemplo, alguns dizem que “a sua cruz”  pode tomar a forma de problemas financeiros, doenças físicas, ou outros fardos que tenhamos de carregar. Mas, dispensacionalmente, o Senhor está a dizer que os santos do reino podem ser chamados a suportar determinadas aflições pela causa de Cristo. Aqueles que se negarem a si mesmos e seguirem a Jesus serão rejeitados pelo mundo e provavelmente pagarão o derradeiro sacrifício pela sua fé. De acordo com a história da Igreja, todos os apóstolos do reino padeceram ou morreram como mártires. No caso do apóstolo Pedro, a tradição conta que ele requereu que fosse crucificado de cabeça para baixo por respeito ao sacrifício que o Seu Mestre padeceu por amor de cada um de nós.

Um pedido ambicioso

“E, subindo Jesus a Jerusalém, chamou de parte os Seus doze discípulos, e no caminho disse-lhes: Eis que vamos para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e condená-lO-ão à morte. E O entregarão aos gentios para que dEle escarneçam, e O açoitem e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará” (Mateus 20:17-19).

Agora, na sombra da Cruz, o Senhor dirige-Se juntamente com os Seus discípulos para um lugar à parte, para lhes contar com maior detalhe os eventos que iriam de seguida acontecer em Jerusalém. Ele confirma as palavras do profeta, segundo as quais Ele iria ser traído e entregue nas mãos dos homens ímpios, os quais O condenariam à morte. Notemos também que os Gentios iriam sofrer a responsabilidade de colocar em prática a vontade dos líderes de Israel, crucificando Cristo. Esta é a primeira vez que o Senhor afirma especificamente a forma da Sua morte. Ele iria sofrer morte por crucificação, tal como profetizado no Salmo 22!

Naquele tempo, exactamente o que é que os discípulos e os santos do reino compreendiam acerca da morte, sepultura e ressurreição de Cristo? Nada! Claramente os discípulos não compreendiam o significado destes acontecimentos, nem tão pouco colocaram a sua fé na vinda de Cristo para morrer no Calvário como forma de serem salvos, apesar de ser esse o meio pelo qual eles iriam ser redimidos. De acordo com relatos bíblicos, estas coisas lhes eram encobertas (Ver Lucas 18:31-34).

Ao lermos estes versículos, percebemos melhor a razão pela qual os discípulos pareciam tão alheios às palavras do nosso Senhor. Eles estavam mais interessados nas glórias do reino e as posições que eles teriam quando reinassem com Ele. Este pensamento pode ser comprovado nos versículos que se seguem: 

“Então se aproximou dEle a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-O, e fazendo-Lhe um pedido. E Ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à Tua direita e outro à Tua esquerda, no Teu reino” (Mateus 20:20-21).

Certamente todas a mães desejam o melhor para seus filhos, mas por vezes a sua ambição pode ser um produto da carne. Concluindo de que o reino seria brevemente estabelecido, a mãe de Tiago e João queriam que seus filhos tivessem honra distinta de todos os outros, sentados à mão direita e à mão esquerda do Mestre. Claro que Tiago e João pensavam ter legitimidade para fazer este pedido. Afinal, eles estavam entre os primeiros que tinham deixado as suas redes de pesca para trás e seguiam agora o Senhor Jesus. A verdadeira intenção deste seu pedido era apenas garantir posições de autoridade para poderem governar sobre outros, tal como desejam os gentios. Mas o desejo dos gentios por tal poder é apenas por mero egoísmo.

Infelizmente eles não compreenderam que o reino nunca poderia ser estabelecido antes que o Mestre sofresse e morresse pelos pecados da nação. O Senhor também revela nesta porção bíblica que eles, da mesma forma, iriam beber deste mesmo cálix. Ele então acrescenta: “Mas o assentar-se à Minha direita ou à Minha esquerda não Me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem Meu Pai o tem preparado.” Muito provavelmente esta honra será dada a Moisés e Elias, os quais representam a lei e os profetas (Mateus 16:28; 17:1-3).

Podemos constatar que a chave para a glória no reino não estava baseada em posição ou poder, coisas que os gentios cobiçam, mas sim no carácter. Ele deveriam seguir o espírito de nosso Senhor, que não veio a este mundo para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos. Cristo é o Criador de todas as coisas, mas mesmo assim Ele humilhou-Se a Si mesmo e tomou a forma de um humilde servo. Assim, o Mestre admoesta os Seus discípulos: “Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal” (Mateus 20:23-28). Acreditamos que este mesmo princípio pode ser aplicado ao Corpo de Cristo, quando nos lugares celestiais reinarmos com Cristo.

A remoção do véu

“E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de Mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos” (Lucas 24:44-46).

Após a morte, sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo, os olhos dos discípulos foram como que abertos, pois o Senhor permitiu que eles compreendessem que era acerca dEle que a lei de Moisés (Deuteronómio 18), os profetas (Isaías 53) e os Salmos (Salmo 22) falavam. O véu que outrora envolvia os seus olhos sobre este assunto foi removido. Agora pela primeira vez ficou claro para eles que Cristo era o Redentor Prometido que as Escrituras tinham profetizado. Mas, atenção! Não devemos partir do princípio de que os discípulos entenderam este facto na totalidade. Eles apenas compreenderam o facto da morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. Nada mais do que isso!

Agora, fortalecidos com esta nova luz, os discípulos continuaram a proclamar Cristo de acordo com as profecias, que O retratavam como uma vítima. Isto é-nos confirmado pelo discurso de Pedro aos seus compatriotas no dia de Pentecostes:

“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar” (Actos 2:1).

No início do Livro de Actos, ainda estamos a navegar em águas proféticas. Pedro guia-nos cuidadosamente através das perigosas tradições e mandamentos criados pelos homens. É importante relembrar que os primeiros capítulos de Actos são um simples registo da continuação do ministério terreno de Cristo.

Lucas deixa isto muito claro quando escreve: “Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera.” O “primeiro tratado” a que Lucas aqui refere-se é o evangelho segundo Lucas onde ele dá a conhecer ao seu amigo Teófilo “tudo o que Jesus começou, não só a fazer mas a ensinar.” Mas agora prossegue com a história: “Aos quais também, depois de ter padecido, Se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que respeita ao reino de Deus. (Actos 1:1-3).

No dia de Pentecostes, quando Pedro se dirigiu aos seus compatriotas de Israel, pregou-lhes a mesma mensagem que Cristo tinha pregado no seu ministério terreno. Mas agora com um “aditamento”: ele acusa o povo de Israel de ter assassinado o seu Messias!

“Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por Ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; a Este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-O vós, O crucificastes e matastes pelas mãos de injustos” (Actos 2:22-23).

Tal como vimos, a morte de Cristo estava em total acordo com o plano soberano de Deus, sendo aqui referida como “determinado conselho”. Pedro afirma sem qualquer tipo de dúvida que Cristo não foi entregue nas mãos dos homens maus devido à Sua “fraqueza” ou que Ele não tinha controlo das circunstâncias que O rodeavam. As Escrituras são claras e inequívocas de que Cristo deu a Sua vida voluntariamente (João 10:17-18). 

Curiosamente, Pedro acrescenta: “e presciência de Deus.” Deus escolheu o momento mais adequado, lugar e forma da Sua vontade ser realizada. O simples facto de Deus ter previsto as acções daqueles que iriam rejeitar e condenar o Seu Filho não diminui de nenhuma forma a culpa deles. Alguns que estavam naquele momento perante Pedro no Pentecostes eram conspiradores que ajudaram a criar falsas testemunhas contra o Senhor Jesus. Estavam presentes certamente também alguns que tinham afirmado: “Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás” e “Tira, tira, crucifica-o”.
Pedro não era de “falinhas mansas”. Na verdade, Ele expôs a culpa dos responsáveis pela morte de Cristo, quando afirmou: “Tomando-O vós, O crucificastes e matastes pelas mãos dos injustos”. Era como se as suas mãos ainda estivessem manchadas com o sangue de Cristo. Já agora, leste algumas boas novas até agora? À falta de melhor termo, Pedro estava a pregar as “más novas” da Cruz. Como se isto não bastasse, Pedro fez-lhes saber que a situação era ainda mais grave: Vós O crucificastes, mas Deus O ressuscitou dos mortos e colocou-O à Sua mão direita até que os seus inimigos sejam postos por escabelo dos Seus pés. E saiba todo o Israel que quem cometeu este crime é inimigo de Deus (Actos 2:24-36). 

Suponhamos que com um amigo levamos a cabo um perfeito assassínio. Inesperadamente, uns meses depois o nosso amigo encontra-nos e diz: “Olha, ainda te recordas do homem que assassinámos? Ele voltou dos mortos e anda à nossa procura.” Com toda a certeza teria toda a nossa atenção! Da mesma forma, Pedro teve a atenção dos seus ouvintes quando os declarou culpados da morte de Cristo. “E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos?”.  Ou seja, o que devemos nós agora fazer para sermos salvos do terrível pecado que cometemos?

“E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos.” Finalmente, aqui estão as boas noticias: “Arrependei-vos”. Mas, arrependei-vos de quê? Arrependei-vos de terdes crucificado o Vosso Messias. Isto iria incluir que tinham de crer no Seu nome e em tudo o que tinha proclamado ser, o verdadeiro Filho de Deus, o Messias (João 20:31). “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja baptizado (na água) em nome de Jesus Cristo, para perdão (ao expressarem a sua fé através deste acto, eles seriam salvos, segundo Marcos 16:16) dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo” (Actos 2:38).

No evangelho do reino estes eram os termos de salvação “revistos” após o dia de Pentecostes. Estamos muito gratos a Pedro, que nos trouxe ao destino desta viagem em segurança, onde agora vai apresentar a primeira oferta legítima do reino a Israel (Actos 3:17-21). No entanto, a rejeição de Israel à oferta graciosa de Deus marcará um grande ponto de viragem no relacionamento de Deus para com o homens.

Uma das coisas de que nos devemos recordar desta mensagem de Pedro é que somos sempre responsáveis pelos nosso actos. Quanto maior for a nossa posição, maior será a nossa responsabilidade. No próximo boletim vamos velejar com o apóstolo Paulo!

(por Paul M. Sadler) 

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Comentários»

1. luis santana - Setembro 25, 2013

otimo assunto e claro.


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