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O Apóstolo Paulo e os Filhos de Adão Dezembro 17, 2013

Posted by David Costa in Estudos, Salvação.
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O primeiro recém-nascido no mundo

Em Génesis 4:1 podemos ler que quando a primeira criança nasceu neste mundo Eva exclamou: “Alcancei do Senhor um varão!”, e o menino foi chamado de Caim, que significa aquisição, proveito ou conquista.

Alguns estudos hebraicos levam a crer que Eva na realidade afirmou: “Alcancei um varão – Jeová!” No entanto, apesar de não termos uma certeza absoluta disso, nos parece evidente que Eva tinha concluído que tinha acabado de dar à luz a semente prometida em Génesis 3:15.

“E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Génesis 3:15)

É possível que Eva tenha pensado que Caim seria o Senhor Jesus Cristo. Com um amoroso orgulho e enquanto olhava para este seu filho, ela, sem dúvida, disse para si mesma: “Um segundo Adão! A semente prometida! E de que forma bela foi enviado! Um homem de Deus nos meus próprios braços!”

Neste momento Eva seria de sangue frio e com coração de pedra se não lhe tivesse ocorrido tal pensamento. No entanto, ela estava totalmente errada, pois este seu filho Caim não era o Senhor Jesus Cristo. Pelo contrário, ele “era do maligno”, e muito em breve ele iria crescer e as suas obras seriam conhecidas: “Porque as suas obras eram más” (1 João 3:12).

Caim e Abel

Se tal é verdade ou não, Génesis 4:14 faz-nos pensar que os filhos de Adão já eram em grande número quando Caim foi expulso da presença de Deus. Está bem claro de que o registro nas Escrituras lidou apenas com Caim e Abel até ao nascimento de Seth, o qual ocupou o lugar de Abel.

“E tornou Adão a conhecer a sua mulher; e ela deu à luz um filho, e chamou o seu nome Seth; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou.” (Génesis 4:25)

Voltemos, agora então a Caim e a Abel, os primogênitos do mundo. Nos primórdios da história não havia distinções raciais, não havia judeu ou gentio, nem preto nem branco, apenas dois filhos de um único pai, Adão. No entanto, existia uma grande diferença entre os dois: a diferença entre a fé e a incredulidade.

É muito possível que se tivéssemos pessoalmente conhecido Caim e Abel, preferiríamos a companhia de Caim do que à de Abel. Caim era um trabalhador, “foi lavrador da terra”, enquanto que Abel foi um pastor de ovelhas. Caim pode ser considerado como o mais inclinado à religião, pois podemos ler que em primeiro lugar Caim “trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor”, e depois que Abel “também trouxe” (Génesis 4:3-4). Além disso, Caim pode muito bem ter possuído uma natureza mais refinada e sensível, pois ele trouxe perante o Senhor, não um cordeiro quase morto, sangrento e trémulo, mas uma oferta do “fruto da terra”. Mas o registro nas escrituras segue com a seguinte afirmação:
“…e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou…” (Génesis 4:4-5).

A razão porque isto sucedeu está perfeitamente clara na epístola aos Hebreus, onde podemos ler:
“Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.” (Hebreus 11:4)

O facto de que Abel, ao contrário de Caim, pela fé ofereceu o seu sacrifício a Deus, deve significar que Deus tinha instruído os dois irmãos de quais sacrifícios deveriam eles trazer, pois “a fé vem pelo ouvir” (Romanos 10:17).

Incredulidade e Obstinação

Tal como a fé é mãe da obediência, então a incredulidade é a mãe da desobediência e obstinação.

Caim poderia ter-se aproximado de Deus, pelo caminho que Deus tinha-lhes instruído, tal como fez o seu irmão Abel. Se ele o tivesse feito, tal como Abel, a sua oferta também teria sido aceite por Deus e ele teria alcançado o “testemunho de que era justo.”

Foi despropositado, mas de alguma forma já o esperado, que quando a sua oferta não foi aceite, “irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante” (Génesis 4:5). Com grande é a graça de Deus, para Deus argumentar com ele, como Ele fez.

“E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” (Génesis 4:6-7)

A inconsistência da descrença

Mas Caim foi inflexível. Tinha sido ferido no seu orgulho. E foi assim que um dia “estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou” (Génesis 4:8).

Pensemos agora na inconsistência deste acto brutal. O homem que tinha sido sensível e refinado a tal ponto de não trazer a Deus um animal morto por sacrifício pelos seus pecados, agora não era assim tão sensível e refinado, pois tinha acabado de matar o seu próprio irmão.

Como resultado desta sua obstinação brutal Caim foi expulso da presença de Deus, tornando-se um fugitivo e um vagabundo nesta terra. Chorando como um condenado ele afirma: “É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada” (Génesis 4:13).

O apóstolo Paulo e os filhos de Adão

Foi dado ao apóstolo Paulo o “cumprir (completar) a palavra de Deus” (Colossenses 1:25), não textualmente ou cronologicamente, mas doutrinariamente, pela revelação “do mistério” (Colossenses 1:26).

“O mistério” de Deus revelado ao apóstolo Paulo é a pedra angular da divina revelação, pois “o mistério” que lhe foi revelado é o segredo escondido de como Deus lida para com todos os homens, e é à sua luz que devemos considerar até mesmo o antigo relato acerca de Caim e Abel.

Aproximadamente durante quatro mil anos Deus fez sempre distinções entres os homens: distinções entre a linhagem de Seth e de Caim, entre a descendência de Abraão e o mundo pagão á sua volta, entre a descendência de Isaac e de Ismael, entre a nação de Israel e as outras nações.

Mas, a seu devido tempo, sob o ministério do apóstolo Paulo, Deus pôs de parte temporariamente a Sua aliança com o seu povo (judeus), e juntamente com os gentios, encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia (Romanos 11:32-33).

Assim, é o apóstolo Paulo, que nos leva de volta, em sua teologia, não para David ou Abraão, com quem foram feitos os anteriores concertos, mas para Adão decaído. Ressaltando que:

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Romanos 5:12).

“Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos” (Romanos 5:15).

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só acto de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida” (Romanos 5:18).

Portanto nas epístolas do apóstolo Paulo as antigas distinções desaparecem. Na segunda carta aos Coríntios o apóstolo Paulo escreve:

“Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo” (2 Coríntios 5:16).

E na carta aos Romanos: “Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Romanos 10:12-13).

Distinções humanas entre os filhos de Adão com certeza ainda existem e são todavia ainda observadas, mas diante de Deus não há nenhuma diferença. A única excepção, é exactamente a mesma que encontramos entre os primeiros dois filhos de Adão, a diferença entre fé e incredulidade.

O sagrado mistério revelado por meio do apóstolo Paulo lançou agora uma luz sobre a história de Caim e de Abel. O sacrificio de sangue que, então, Deus exigia era símbolo do que Ele já tinha providênciado em Cristo, e pelo qual os crentes não só podem receber o testemunho de que são justos, mas tornam-se também participantes de todos os méritos do Calvário: união com Cristo, união uns com os outros em Cristo, uma posição celestial, bênçãos celestiais, uma perspectiva celestial e todas as “riquezas da sua graça”.

“Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado. Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça; que Ele fez abundar para conosco em toda a sabedoria e prudência” (Efésios 1:6-8).

“Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus” (Efésios 2:8).

Aqueles que rejeitam este perdão e estas riquezas de sua graça são muito parecidos com Caim. Eles podem ser muito trabalhadores, sensíveis e até refinados. Podem até de facto ser muito religiosos, mas em vez de se aproximarem de Deus por meio do sangue de Cristo, o único caminho que existe, eles vêm, tal como Caim, oferecendo o que lhes parece melhor aos seus olhos: o fruto do seu trabalho, ou o seu “bom” carácter ou, por exemplo, os seus esforços religiosos.

Experimentemos um dia dizer a essas pessoas boas e religiosas que só o sangue de Cristo os pode salvar, e tal como a Caim, os seus semblantes irão descair. Mas os líderes religiosos que protestam que a doutrina do sangue é “asquerosa aos sentidos mais subtis”, também têm sido os líderes da apostasia que têm incentivado a políticas erradas, a brutalidade e à impiedade que tem colocado as nossas nações em seus perigos. É de tal forma grande a inconsistência da incredulidade que Deus diz assim na sua palavra: “Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim…” (Judas 11).

A única distinção

Ao longo desta dispensação da graça, Deus não favorece uma raça, ou uma nação, ou até uma classe social particular quando a salvação está em causa. A única distinção básica que existe é igual aquela de que podemos encontrar entre os dois irmãos Caim e Abel. Esta distinção é agora, como então, que determina o nosso destino. “E atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou.” Cada homem foi aceito ou rejeitado com base na sua oferta.

Nos dias de hoje, uma vez que o Senhor Jesus Cristo se deu a si mesmo em sacrifício por nós, podemos confiar na Sua obra realizada na Cruz e ser aceites por Deus ou trazer o nosso próprio sacrifício e sermos rejeitados.


Aqueles dos quais são rejeitados, um dia irão dizer com Caim: “É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada”. Aqueles que são aceites irão para sempre gozar “as abundantes riquezas da Sua graça… pela sua benignidade para connosco em Cristo Jesus.”

“E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa” (Actos 16:31).

(por Cornelius R. Stam) 

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As Evidências da Salvação Dezembro 15, 2013

Posted by David Costa in Salvação.
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“Porquanto ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus, e do amor que tendes para com todos os santos; Por causa da esperança que vos está reservada nos céus…” (Colossenses 1:4-5).

É de alguma forma evidente que o apóstolo Paulo não tinha-se encontrado com os crentes de Colossos antes de escrever-lhes esta carta (Colossenses 2:1). Ele apenas tinha ouvido falar da sua conversão a Cristo (“porquanto ouvimos…”).

Mas do que tinha o apóstolo Paulo ouvido falar acerca deles, para ficar convencido de que foram genuinamente salvos? A nossa passagem de abertura dá-nos a resposta: “Porquanto ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus, e do amor que tendes para com todos os santos; Por causa da esperança que vos está reservada nos céus…”.

Mas seria tal evidência suficiente de que Deus tinha trabalhado em seus corações? Será evidência suficiente nos dias de hoje também?

Talvez alguns podem responder: “Não! Nós temos que ter o dom do Espírito Santo e falar em línguas, ou realizar milagres”. E na verdade precisamos de reconhecer que tal fora no passado evidência de salvação. A grande comissão do nosso Senhor Jesus Cristo aos onze apóstolos afirma claramente:

“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demónios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.” (Marcos 16:17-18).
Isto é na verdade o que Palavra de Deus ensina sobre este assunto, e muitos crentes evangélicos andam em círculos ao tentar explicar tal princípio, ficando cada mais mais confusos.

Quando o apóstolo Pedro pregou a Cornélio e sua família, “caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a Palavra” (Actos 10:44). Mas como é que Pedro e os seus companheiros sabiam que os da casa de Cornélio tinham recebido o Espírito Santo? O versículo 46 dá-nos a resposta: “Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus”. De acordo com este testemunho, Pedro ficou certo e sem dúvidas da salvação de Cornélio e sua família: “Portanto, se Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, quando havemos crido no Senhor Jesus Cristo, quem era então eu, para que pudesse resistir a Deus?” (Actos 11:17).

E foi isto que resolveu a questão para os outros apóstolos e presbíteros da Judéia, pois lemos no versículo seguinte: “E, ouvindo estas coisas, apaziguaram-se, e glorificaram a Deus, dizendo: Na verdade até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida.” Actos 11:18
Mas não devemos esquecer que ocorreu uma mudança de dispensações desde aquela época.

Na primeira carta aos Coríntios 13:8 podemos ler que: “O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá”.

Neste capítulo 13 da Primeira Epistola aos Coríntios lemos de outros sinais que iriam desaparecer com o tempo, e no versículo final do mesmo lemos o seguinte: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13:13).

Podemos então afirmar com toda a certeza que estas evidências (fé, esperança e amor) são as características de uma verdadeira igreja na presente dispensação da graça de Deus.

De uma forma geral, a confusão observada nos nossos amigos pentecostais e fundamentalistas não é devido a um problema de os seus ensinamentos não terem base nas escrituras, mas antes em não serem correctos dispensacionalmente. Eles falham em “dividir correctamente a Palavra da Verdade”.

A primeira destas três evidências de salvação é a . Esta evidência é talvez uma das mais importantes, porque “sem fé é impossível agradar-lhe” (Hebreus 11:6). E sabemos que a fé produz esperança. Num mundo sem esperança e medo, o crente pode “abundar em esperança”. E esta esperança não é um mero desejo, pois está fundada na Palavra de Deus, “como âncora da alma, segura e firme…” (Hebreus 6:19). Aqui e agora neste mundo podemos gozar, pela fé, das bênçãos que são já nossas em Cristo e que um dia serão realizadas em toda a sua plenitude.

E a esperança produz por sua vez amor. A passagem citada anteriormente, e que temos estado a estudar, fala sobre o “amor que tendes para com todos os santos; Por causa da esperança que vos está reservada nos céus.”. As bênçãos que agora são nossas em Jesus Cristo deveriam certamente convercer-nos a vivermos mais próximos uns dos outros. Pois quanto mais perto do nosso bendito Deus estamos, mais atraídos vamos ser a estarmos mais perto uns dos outros.

Fé, esperança e amor, então, são as três características ou evidências da salvação nesta presente dispensação. Qualquer igreja local onde estas três características estejam presentes, tal igreja encontra-se “completa”, mesmo que a igreja seja composta por apenas três ou quatro membros. Qualquer crente que possua estas três características em abundante medida experimenta uma vida cristã “plena”.

Anteriormente, o baptimo na água era exigido para a salvação, e os sinais miraculosos eram as evidências da salvação (Marcos 16:16-18; Actos 1:8; 2:38), mas não devemos criar confusão e divisão com os nossos esforços em continuarmos numa dispensação a qual Deus substituiu por algo muito melhor.

O crente nesta dispensação da graça é simplesmente “perfeito” em Cristo (Colossenses 2:10), “crucificado” (Galátas 2:20), “vivificado” (Colossenses 2:13), e encontra-se “assentado nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2:6). E a autenticidade da sua conversão a Cristo Jesus é confirmada pela “fé, esperança, amor, estes três,” e não por sinais ou demonstrações miraculosas.

“E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade” (Colossenses 2:10).

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gálatas 2:20).

“E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas” (Colossenses 2:13).

“E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2:6).

Devemos, então, de alguma forma tentar restaurar o que Deus “aniquilou”? Devemos fazer afirmações, como por exemplo, vamos ser baptizados com água como um testemunho e procurar sinais da renovação espiritual, mesmo depois de Deus ter providenciado algo muito melhor? Será que devemos voltar as costas à luz e voltar à escuridão? Claro que não! Deus diz assim na sua Palavra, na carta do apóstolo Paulo aos Coríntios:

“Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13:10-13).

Estas três evidências ou caracteristicas da salvação estão reunidas em 1 Coríntios 13:13; Galátas 5:5,6; 1 Tessalonicenses 1:3; 5:8; 2 Tessalonicenses 1:3; Hebreus 6:10-12 e em muitos outros versículos nas epistolas do apóstolo Paulo. Porque não procurar estas passagens, estudá-las em oração, e gloriarmo-nos nas riquezas da graça de Deus.

(por Cornelius R. Stam)

A Pregação da Cruz Dezembro 12, 2013

Posted by David Costa in Estudos, Salvação.
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O artigo “O ensino da Cruz” teve o seu início no mar, servindo-nos da embarcação do apóstolo Pedro; mas agora é de extrema importância abandonar este barco. Enquanto caminhamos pelo livro de Actos, o nosso guia será o apóstolo Paulo. Ele irá guiar-nos através da obra consumada de Cristo na Cruz, um território desconhecido antes da revelação do apóstolo Paulo. À medida que caminhamos, vamos conhecer que o apóstolo Paulo foi o primeiro a revelar-nos a importância e o significado da morte de Cristo. Ele proclamou a Cruz de Cristo como boas novas! Perante esta mensagem só existem duas possíveis reacções; ser recebida com louvor e de bom grado, ou rejeitada como um mero disparate!

A pregação da Cruz

“Porque a palavra da Cruz é loucura para os que perecem; mas, para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (I Cor. 1:18).

Algumas versões traduzem “pregação” em lugar de “palavra”. O termo “pregação” não é uma expressão típica usada pelo apóstolo Paulo quando se refere à proclamação da Cruz de Cristo. Por exemplo, em II Timóteo 4:2, Paulo instrui-nos a que cada um de nós “Pregue a Palavra”. Neste versículo Paulo utiliza a palavra grega kerusso, que significa “arauto”. Refere-se ao que anuncia claramente e de voz alta a entrada do Rei. Da mesma forma, é nosso dever apresentar o evangelho da salvação de uma forma clara. É interessante que em I Coríntios 1:18, Paulo emprega o termo Logos – a Palavra. Então, a Palavra da Cruz, é o poder de Deus para salvação. O objectivo do apóstolo Paulo é fazer o contraste entre a Palavra da Cruz e a palavra do homem.

Para o homem natural, a Cruz é uma mera loucura. Claro, é absurdo pensar que Deus tomaria a forma humana, seria crucificado e ressurgiria para redimir a humanidade! Para o homem natural isto está para além do que é racional. Perante isto, Paulo desafia o mundo tentar igualar a sua sabedoria e o seu conhecimento com a sabedoria e o conhecimento de Deus.

“Onde está o sábio [inteligente]? Onde está o escriba [doutor da lei]? Onde está o inquiridor [orador] deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?” (I Coríntios 1:20).

O apóstolo Paulo convoca o mundo para responder às velhas questões, como: De onde veio o homem? Como pode o homem tornar-se justo perante Deus? Qual é o propósito desta vida? Qual é o fim do homem e o que vem depois da morte? O homem natural que tenta responder a todas estas questões excluindo Deus é semelhante a um homem cego, procurando num quarto escuro um gato preto que não existe. A filosofia do mundo pode ser apresentada da seguinte forma:

  1. Origem: Num passado imemorial, do nada surgiu algo, do qual acabou por surgir vida. Durante cerca de 5 milhões de anos, este algo, chamado ameba, evolui até chegar a uma forma complexa de milhões de células que veio a tornar-se no homem moderno.
  2. Justificação: Se as minhas boas acções igualarem ou superarem as minhas más acções, Deus vai aceitar-me no Céu quando eu morrer.
  3. Propósito: De um lado da moeda, a filosofia epicurista é: “Come, bebe, e sê feliz, porque amanhã morrerás.” No fim de contas, devemos experimentar tudo o que o mundo tem para dar. Mas do outro lado da moeda, o estóico diz que nos devemos privar dos prazeres mundanos para encontrar satisfação completa nesta vida.
  4. Destino Eterno: A maioria dos descrentes negam que haja vida para além da morte. Nas palavras de Carl Sagan, um famoso astrónomo, “A morte é o fim!”

De acordo com a Palavra de Deus, no princípio Deus criou o homem à Sua imagem (Génesis 1:26; 2:7). John Milton um dia disse: “A grandeza e o carácter sagrado da alma do homem é certificada por dois factos: primeiro, a criação da sua alma à imagem do eterno Deus; e segundo, o preço necessário que teve de ser pago para a redimir.” Nos dias de hoje, o homem é justificado pela graça por meio da fé na obra redentora de Cristo, e nunca pelas obras que o homem possa fazer (Romanos 3:24; I Coríntios 15:1-4). Após a conversão, o fim principal do homem é glorificar a Deus, com quem vai passar a eternidade nos céus (Apocalipse 4:11; Colossenses 1:5).

Através do conhecimento humano, o homem nunca poderá conhecer a Deus! Assim, “aprouve a Deus salvar os crentes, pela loucura da pregação” (I Coríntios 1:21). A expressão “loucura da pregação” é a lógica do céptico: para eles, nada mais do que loucura. Mas a pregação da Cruz é, para aqueles que estão salvos, uma demonstração do poder de Deus. Convence-nos dos nossos pecados e traz-nos a salvação. O poder de Deus transformou as nossas vidas!

Redenção sem limites

“Porque isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador. Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade: Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (I Timóteo 2:3-6).

A pregação da Cruz ensina-nos claramente que Cristo morreu por cada um de nós. A expressão “que quer que todos” na passagem anterior tem o sentido de que Deus “deseja” que todo o homem seja salvo. Nestes versículos podemos constatar a interligação entra a soberania de Deus e a responsabilidade do homem. Deus, na Sua soberania, declara o homem culpado do seu pecado através da Sua Palavra, mas é importante notar que Deus nunca vai infringir a vontade do homem. O homem é responsável por crer nas boas novas de que Cristo Jesus morreu pelos seus pecados.

Paulo acrescenta “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.” Um mediador é alguém que serve de intermediário, que promove o acordo entre partes em conflito e que tecnicamente representa os dois lados. Que melhor representante pode haver entre a divindade e o homem do que a pessoa de Jesus Cristo? Ele é perfeitamente adequado para a obra da redenção, pelo simples facto de ser Deus manifestado em carne. Cristo é o único e perfeito Redentor!

Quando Cristo veio a este mundo, Ele deu-Se a Si mesmo em resgate de muitos. Nos tempos bíblicos, “resgate” era o preço a pagar pela libertação de um escravo. Da mesma forma, Cristo compareceu no mercado dos escravos do pecado para nos redimir e resgatar de volta para Deus. Esta salvação é de graça, mas teve um custo muito elevado. O resgate requerido por Deus era sangue, o precioso sangue de Seu amado e unigénito Filho, Jesus Cristo. Segundo o evangelho da graça, revelado pelo apóstolo Paulo, o alcance desta redenção é ilimitada. Cristo deu-se a Si mesmo “para” (do grego huper, que significa “em lugar de” resgate por todo o homem. A provisão foi realizada para cada um de nós, o qual é nos confirmado em II Coríntios 5:14: “que, se um morreu por todos, logo todos morreram.”

Certamente que o nosso leitor acreditará que todo o homem está morto em ofensas e pecados quando nasce neste mundo (Efésios 2:1-3). Se concorda com isto, da mesma forma estará de acordo que Cristo morreu por muitos porque este é o raciocínio da passagem.

De acordo com I Timóteo 2:6-7 todas estas coisas servem “de testemunho a seu tempo” através do apostolado de Paulo. Tal como ele diz, “fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios.” Podemos ver nestes versículos que foi dado a Paulo tornar claro o significado do Calvário. Ele foi o primeiro a revelar que Cristo era o único mediador entre Deus e os homens, o primeiro a ensinar de que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, o primeiro a dar a conhecer que Cristo morreu por todos, o primeiro a revelar que Cristo é a propiciação para a remissão dos pecados passados (santos do Velho Testamento), através da paciência de Deus. Não reconhecer esta verdade é assumir como revelado algo que ainda não o tinha sido, o que é uma grande injustiça para com a Palavra de Deus.

A importância do sangue de Cristo

“O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor; em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a saber, a remissão dos nossos pecados” (Colossenses 1:13-14).

À medida que o apóstolo Paulo nos apresenta a glória dos Céus, compreendemos que a nossa passagem para o reino celestial foi adquirida e paga com o sangue precioso de Cristo. A Palavra de Deus deixa bastante claro que “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hebreus 9:22). Queridos leitores, nunca devemos menosprezar o valor do sangue de Cristo derramado para a nossa redenção. Há aqueles gostariam de roubar-nos esta maravilhosa verdade. Os liberais negam-na, os novos evangelistas tentam evitá-la, mas nós que procuramos defender a fé agradecemos a Deus pelo precioso sangue de Cristo. Declaramo-nos culpados de pregar um evangelho de sangue! A Bíblia é um livro de sangue; isso é claro ao longo das páginas do registo sagrado.

No dia 6 de Junho de 1944, vulgarmente conhecido como o Dia D, a maré da Segunda Guerra Mundial virou em favor dos aliados. O general Eisenhower montou uma das mais grandes invasões da história. Enquanto políticos e estrategas militares desempenhavam um papel na vitória na praia da Normândia, os jovens militares que lutavam corajosamente e morriam pela causa foram essencialmente aqueles que derrotaram o inimigo. Temos uma grande dívida de gratidão pelo seu acto de heroísmo. A Segunda Guerra Mundial foi ganha porque muitos daqueles homens pagaram um preço elevado.

Da mesma forma, na guerra de Deus contra o pecado, Ele conquistou o inimigo pelo precioso sangue de Cristo vertido na Cruz. Quando consideramos a vinda de Cristo a este mundo para redimir a humanidade, imediatamente somos confrontados com um problema que aparenta ser insuperável. Como pode o unigénito Filho de Deus ter vindo a este mundo em forma humana mas sem pecado? Sabemos que pais pecadores só podem gerar descendência pecaminosa. A resposta a esta pergunta pode ser encontrada em Hebreus 2:14: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo.”

Aqui está um exemplo clássico da importância de consultar as versões originais, para conseguirmos compreender o sentido original que o Espírito Santo pretendia. Felizmente não precisamos de ser eruditos em hebraico ou grego, porque todo esse trabalho já foi feito para nós por pessoas dotadas nessas línguas. Deus nunca nos abandona sem auxílio!

Quando a Palavra de Deus afirma que “os filhos participam da carne e do sangue,” o termo “participam” é a tradução da palavra grega koinoneo, que significa “partilhar em comum ou partilhar na totalidade.” Assim, a raça humana partilha algo (carne e sangue) através do qual passou de homem para homem a natureza pecaminosa. Mas o Espírito Santo de Deus é cuidadoso em estabelecer a distinção entre a raça humana e a identificação humana de Jesus Cristo.

“Ele participou das mesmas coisas”

Notemos que é dito que Cristo participou “das mesmas coisas”. A palavra grega aqui é metecho, que significa que Cristo “participou das mesmas coisas, mas não na sua totalidade.” Ao ser gerado miraculosamente e nascendo de uma virgem, Cristo tomou a carne humana mas não herdou a natureza pecaminosa do homem. Uma vez que “a vida da carne está no sangue,” podemos supor com segurança que o sangue de Cristo não estava manchado com o pecado. O mesmo não pode ser dito de nós mesmos. A vida da carne está no nosso sangue, apenas no sentido em que o sangue que corre nas nossas veias mantém-nos vivos para o pecado dia após dia. Não é de admirar que o apóstolo Pedro refere-se ao “precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (I Pedro 1:19). O sangue de Cristo é o antídoto para a doença dos nossos pecados.

Embora negado por alguns, nós cremos que Cristo derramou literalmente o Seu sangue na Cruz. Quando o sacerdote em Israel derramava o sangue na base do altar, simbolizava os pés da Cruz de Cristo, onde o sangue do Cordeiro seria derramado (Levítico 4:32-34). O sangue tem um interessante paradoxo: os criminosos tentam livrar-se dele, mas Deus limpa os nossos pecados através dele. A teia carmesim é tecida através das epístolas de Paulo, deixando uma tapeçaria de redenção.

“Mas, Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Romanos 5:8-9)

No presente tempo Deus justifica os pecadores unicamente pelo sangue derramado de Cristo. Neste contexto, a justificação significa ser declarado por Deus justo por toda a eternidade. Justificação é um termo jurídico. Por exemplo, se um prisioneiro for levado perante o tribunal, há uma e uma só forma de ser justificado. Ele tem ser considerado como não culpado do crime. Se for provado que não é culpado, então é um homem justo aos olhos das leis humanas.
Consideremos outro caso. Um homem comete um determinado crime, considerado culpado e condenado à morte. O presidente pode perdoar este homem, mas nunca o pode justificar. Apesar de este homem ser perdoado, continua a ser um criminoso culpado do seu crime. Não há forma humana possível de o justificar e remover a culpa do seu crime.

Mas maravilha das maravilhas, embora achados culpados diante do tribunal da justiça de Deus, somos justificados pela graça de Deus. A Lei aponta o seu dedo na nossa direcção e diz: tu és pecador, culpado de todas as acusações, e portanto condenado a morrer. “Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Por isso, nenhuma carde será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:19-20). Quando a sentença dos nossos pecados está prestes a ser lida, Jesus Cristo diz ao Pai: “Eu vou pagar a sua culpa e sua punição.” Cristo deu-Se a Si mesmo em resgate por cada um de nós. Ele tomou o nosso lugar!

Deus não ignorou o castigo dos nossos pecados: a morte de Cristo na Cruz pagou-o na sua totalidade. Os nossos pecados e a nossa culpa foram colocados sobre Si e a Sua justiça foi imputada sobre nós. Em Cristo, somos totalmente inocentes diante de Deus, aceites no Amado e livres da ira futura. Esta é a ira de Deus que iríamos experimentar no grande trono branco do julgamento e consequentemente a sentença do lago de fogo. Pelo graça de Deus, estamos agora longe do alcance do justo juízo de Deus. Tal como o apóstolo Paulo declara em Romanos 8:1: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.”

Que haja em vós o mesmo sentimento

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Filipenses 2:5). À medida que o apóstolo Paulo examinava cuidadosamente o carácter de Cristo do ponto de vista do sacrifício “de uma vez por todas, ele ele escreveu “que haja em vós o mesmo sentimento”. Por outras palavras, o apóstolo exorta-nos para que sejamos compassivos, humildes, generosos, perdoadores, etc. Cristo amou os que não eram amados. Vejamos uma ilustração:

George Whitefield, numa das suas viagens, encontrava-se uma noite numa pousada. Para sua surpresa, no quarto ao lado havia um grupo de homens a jogar. A sua linguagem era terrível. Whitefield e o seu amigo passaram um pouco de tempo em oração e a ler a Palavra de Deus e então ele disse: “Antes de me deitar, eu devo ir à sala ao lado para testemunhar àqueles homens,” e fê-lo. Ele entrou naquele quarto e falou-lhes falou acerca de Deus. Eles ouviram-no, mas pouco tempo depois de ter voltado para o seu quarto, eles voltaram a comportar-se como dantes. O seu amigo perguntou-lhe: “Irmão Whitefield, o que ganhou com isto?” Whitefield respondeu: “Eu ganhei um travesseiro macio. Agora posso dormir descansado.”

George Whitefield tinha um fardo pelas almas perdidas. Ele amava os que não eram amados. Apesar de as suas palavras parecerem ter caído em saco roto, ele podia estar tranquilo naquela noite pois tinha partilhado o evangelho e advertido aqueles homens acerca do julgamento vindouro. Temo que enquanto os crentes estão ocupados em mostrar que têm razão num determinado assunto, deixem as almas perdidas escapar em direcção a uma eternidade sem Deus.

Que possamos aprender isto no Calvário: um coração humilde é aquele que pode ser usado grandemente por Deus. Tal como tem sido dito, “A pessoa humilde não é aquela que não pensa muito de si mesma; ela simplesmente não pensa em si! Humildade é aquele característica que, quando pensas que a tens, perdeste-a!”

(por Paul M. Sadler)

O Evangelho da Salvação Setembro 9, 2009

Posted by David Costa in Salvação.
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Com as almas dos homens em risco de perdição eterna, é extremamente importante apresentar o evangelho de uma forma clara. Sempre nos temos maravilhado como o Espírito Santo nos revela o verdadeiro caminho por entre o labirinto de confusão dos vários planos de salvação que têm sido desenvolvidos ao longo dos anos. Embora todos estes planos contenham princípios fundamentais de verdade, deixam a porta aberta para induzir o pecador em erro. Consideremos alguns desses planos.

Plano Um:
1. Admite que és um pecador (Romanos 3.23).
2. Arrepende-te dos teus pecados (Mateus 3.2).
3. Acredita que Jesus Cristo morreu por ti na cruz (I Coríntios 15.3).
4. Através da oração, convida Jesus Cristo a entrar na tua vida e a controlá-la.

Plano Dois:
1. Confessa os teus pecados (Marcos 1.5).
2. Abre a porta do teu coração para que Cristo possa entrar (Apocalipse 3.20).
3. Crê no Senhor Jesus Cristo (Acts 16.31).
4. Declara publicamente a tua decisão de receber Jesus como teu Salvador pessoal (Romanos 10.9).

Plano Três:
1. Reconhece que és pecador. (Romanos 3.23).
2. Deves tornar Jesus Cristo Senhor da tua vida (Romanos 12.1).
3. Crê que Cristo morreu por ti (I Coríntios 15.3).
4. Aceita Cristo como teu Salvador pessoal orando a Deus.

Há duas falhas graves com os planos acima. Em primeiro lugar, confundem os termos da salvação sob o Evangelho do Reino com o Evangelho da Graça de Deus. Em segundo lugar, o pecador poderia facilmente colocar a sua confiança naquilo que ele mesmo fez, em vez de no Salvador. Por isso, sugerimos o seguinte:

Os termos bíblicos de salvação:
1. Reconhece que és pecador, “porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3.23).
2. Crê no Senhor Jesus Cristo, que Ele morreu pelos teus pecados, foi sepultado e ressuscitou. (Romanos 4.5; I Coríntios 15.3,4).

Se já confiaste em Cristo como teu Salvador pessoal, por que não oras e agradeces a Deus pela tua salvação?

Amados, os incrédulos estão suspensos sobre o lago de fogo pelo tênue fio da existência humana. A única coisa que está entre eles e o juízo eterno são as boas novas de Cristo, e Este crucificado. Que o Senhor nos dê um peso no coração pelas almas perdidas, porque “eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.”

(Por Paul M. Sadler)